Quando a casa é o escritório

Marcia Vazquez, Gestora do Capital Humano e Educação Corporativa da Thomas Case & Associados, em entrevista para a Revista Fast Life, fala sobre a disciplina que os adeptos ao Home Office precisam ter em relação a rotina de trabalho. Mais do que tendência, o home office é uma realidade no Brasil e no mundo. Mas autodisciplina é um pré-requisito.

Por Lucie Ferreira

NÃO BASTA UM HOME OFFICE ADEQUADO: a postura precisa estar alinhada com o objetivo, que é trabalhar. “O profissional está sujeito a todas as regras de conduta, responsabilidade e ética tanto quanto quem está fisicamente no escritório da empresa”, observa a gestora do capital humano e educação corporativa na Thomas Case & Associados, Marcia Vazquez. Em muitos casos, apesar da autonomia, o profissional precisa ter as atividades acompanhadas e os resultados mensurados – tudo devidamente esclarecido no contrato de trabalho.

Segundo a especialista, o modelo funciona para posições de administração, consultoria, projetos, criação, comercial, a área de TI, entre outras. Por outro lado, atividades puramente produtivas ou cargos que dependem destas, como logística, não funcionam deste modo. “O home office deve estar alinhado com a cultura da empresa, pois quanto mais tradicional ela for, pode haver menos aderência à ideia”, finaliza.

Segue link para acompanhar a reportagem na íntegra, páginas 20 a 24: https://bit.ly/2JGyLWj

Thomas Case

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